quinta-feira, 20 de maio de 2010

O Redentor e os Redimidos

Uma vida radiante depende grandemente duma apreciação adequada do que Cristo é para nós e do que nós somos para Ele. Vamos, portanto, procurar afirmar a posição singular que é nossa em virtude da nossa relação com o Filho de Deus.

"O que é Cristo para o crente?" ... em uma palavra: "Ele é Tudo!"

Há no Senhor Jesus Cristo um encanto, uma glória e uma atração inexprimível vinculada à Sua pessoa que está além do poder da expressão humana. Nem o pincel de um artista, nem a habilidade de um escritor, nem a eloqüência de um pregador pode expressar adequadamente tudo o que Ele é.
Há muitos contrastes essenciais na esfera espiritual. Para conhecer a nossa riqueza em Cristo, é necessário que reconheçamos a nossa própria pobreza; ser forte no Senhor envolve o reconhecimento da nossa própria fraqueza; ser honrado por Ele significa a confissão da nossa própria insignificância.
É sempre um bom sinal quando somos capazes de elevar-nos acima da dádiva até ao Doador. É maravilhoso saber que temos vida, e é mais maravilhoso saber que Cristo é a nossa vida. É ótimo saber que temos paz com Deus, e é infinitamente melhor reconhecer que Cristo é a nossa Paz. É uma grande coisa possuir uma esperança que é "firme e constante", mas é muito melhor saber que "Cristo em nós é a esperança da glória".
É interessante notar o que o Senhor Jesus Cristo era para o Seu servo, o Apóstolo Paulo. Na carta aos Filipenses Paulo diz: "Mas o que para mim era ganho, reputei-o perda por Cristo" (Fp 3:7). Nos versículos anteriores Paulo enumerava certas vantagens e privilégios naturais que eram dele por nascimento e educação, mas ele considera todos como perda.
Ele avança mais um passo para frente e diz: "Tenho por perda TODAS as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor" (Fp 3:8). Não somente as suas vantagens naturais, mas todas as outras coisas do caráter terreno foram contadas como perda. A razão disso é que ele considerava a excelência do conhecimento de Cristo Jesus, seu Senhor, muito superior a todas as outras considerações.
No mesmo versículo o apóstolo usa palavras que possivelmente nenhum dos meus leitores poderiam usar verdadeiramente (e tenho certeza de que o escritor não o pode): "Por amor do qual, perdi todas as coisas" (Fp 3:8). Haveria prova mais irresistível do que esta para mostrar quão profunda e transcendentalmente real Cristo era ao grande apóstolo? Todos os outros motivos, ambições e prazeres tornavam-se insignificantes à luz do tema cativante do apóstolo — "a Pessoa de Cristo". Foi Ele quem encheu os pensamentos do apóstolo, moldou a sua vida, dirigiu o seu serviço, embelezou as suas palavras e permitiu-lhe dizer que estava "sempre regozijando" (II Cor 6:10).

Agora vamos inverter a pergunta feita no começo deste artigo:

"O que é o crente para Cristo?" ... a resposta é a mesma: "Tudo!"

Por muitas razões, uma das mais poderosas delas sugerida pelas palavras grandemente mal entendidas no Evangelho de Mateus: "O reino dos céus é semelhante ao homem, negociante, que busca boas pérolas; e encontrando uma pérola de grande valor, vendeu tudo quanto tinha e comprou-a" (Mt 13:45-46). Isso não pode significar que o pecador vende tudo quanto tem para receber Cristo, porque, em primeiro lugar, o pecador nada tem de valor que possa vender; em segundo lugar, Cristo não pode ser comprado; e, em terceiro lugar, Cristo é o dom gratuito de Deus a nós todos.
O trecho apresenta a verdade gloriosa de que Cristo amou a igreja e a Si mesmo Se entregou por ela (Ef 5:25). Pérolas não se acham na superfície, mas na profundidade, e o Senhor Jesus desceu à profundeza da agonia do Calvário para conseguir aquela pérola. Verdadeiramente "Ele vendeu tudo quanto tinha" — deu-Se a Si mesmo. E agora a pérola é dEle — comprada pelo enorme preço do Seu precioso sangue.
É interessante traçar os títulos diferentes dados aos crentes no Novo Testamento. Mencionaremos dois deles para ver mais evidência da intimidade da nossa relação com Cristo. Um título está registrado em Hebreus: "Ele não Se envergonha de lhes chamar irmãos!" (Hb 2:11). Que graça maravilhosa! Não obstante a nossa disposição natural de freqüentemente esconder a nossa luz debaixo do alqueire; apesar de todas as nossas fraquezas, Ele não se envergonha de nos chamar "irmãos".
Permite-me apressar em prevenir contra o erro em que muitos cristãos caem quando se referem ao Senhor Jesus como seu "Irmão mais velho". Em parte alguma das Escrituras temos permissão para tomar tal familiaridade. Pelo contrário, Ele disse aos Seus discípulos: "Vós Me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem; porque Eu o sou" (Jo 13:13).
Um outro título que é de muita estima é "os Seus" que sugere que somos o tesouro mais valoroso que Ele tem na terra (Jo 13:1). Todos os Seus pensamentos, propósitos e afeições estão centralizados em nós, Seus redimidos. Somos Seus por criação; Seus por conquista; Seus por aquisição; Seus porque fomos dados a Ele pelo Pai. Assim, de toda maneira somos "os Seus". Podemos, portanto, contar com Ele para confortar-nos em toda a tribulação, sustentar-nos em toda a enfermidade; e fortalecer-nos em toda prova e assistir-nos em cada emergência.

Bem podemos louvar Seu glorioso Nome para sempre!

Heloisa Rosa - Paz

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Perfeitamente imperfeito

Que os perfeitos levantem as suas mãos e se apresentem! Que se identifiquem para que os conheçamos e possamos lhes dar os parabéns! Se  existem, são extraterrestres num mundo de imperfeitos...

A única coisa que posso dizer é que sou perfeitamente imperfeito. Não acordo um dia sequer com a ambição de que não cometerei erros. Escolhas erradas, pecados, magoas, tristezas, dores...tudo isto poderá fazer parte da minha imperfeição diária.

Sou humano, pecador, caído, limitado, dependente, pequeno, frágil, abalável...pó, mas mesmo sendo assim sou amado por Deus.

Algumas de minhas características Deus não aceita, pois foram colocadas em mim pelo pecado, e por isso Deus me aperfeiçoa todos os dias. Me mostra, me ensina, me acompanha, me suporta, me corrige...me ama.

Sim, perfeitamente imperfeito! Deste jeito fui comprado por Jesus Cristo na cruz pelo Seu sangue. Não mereci, não pedi, não implorei, não fiz nada; pelo contrário, fiz tudo de contra e às vezes ainda faço, mas ele me amou, me ama, fez tudo por mim, me salvou...

E eu ouvi a voz de Jesus e vi todo o seu sacrifício, seu amor, e me entreguei  a Ele totalmente...totalmente imperfeito!

Por André Sanchez

Bruna Karla - Sou Humano

sábado, 24 de abril de 2010

Jesus: o alvo

“Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim,
Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.
(Filipenses 3:13-14)

Alvo:
Fig. Objetivo a que se dirige algum intento; fim, meta: ter a celebridade como alvo.

Hoje em dia temos como meta muitas vezes algo material, ou relacionado aos estudos, ou até mesmo relacionado à vida profissional... ficamos preocupados como estaremos amanhã...
E esquecemos o alvo que devemos seguir, o único alvo, o mais importante: JESUS.
O único alvo d’Ele naquela cruz era a nossa salvação, agradando assim o coração do Pai.
Ele não pensou em mais nada a não ser VOCÊ. Ele prosseguiu para o alvo, aquela cruz onde Ele daria a vida por mim e por você. Ele deixou as críticas e os julgamentos para trás pois sabia que a recompensa daquele sacrifício, valeria à pena.
Façamos essa pergunta a nós mesmos: QUAL É O SEU ALVO HOJE?
Olhe para o céu e veja o verdadeiro alvo a ser prosseguido. O verdadeiro alvo que devemos ter como meta, estar na sala do Trono, adorando a Deus.
Pare e pense: Tenho vivido minha vida como se o meu alvo fosse Jesus? Prossigo somente pela recompensa, ou prossigo em alegrar o coração de Deus?
Assim como a flecha percorre seu caminho ao alvo numa só reta, que assim sejamos, não façamos rodeios, não façamos voltas ou até mesmo retornemos, mas prossigamos em alcançar o coração de Deus.
Avance, não olhe para trás, persista, insista em alcançar o alvo.

Vou avançar eu vou vencer, ninguém vai me deter!
MEU ALVO É CRISTO!

Kleber Lucas - Meu Alvo

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Heloísa Rosa - Vaidade

Vaidade

Busco na vida tantas coisas Que nem sei por que razão
Eu fortaleço minha vontade pra que tudo aconteça do meu jeito
Corro enquanto acredito, persisto até chegar ao fim
Pra descobrir, lá no final, que eu corri atrás do vento
O que eu preciso, os homens não podem dar
O que eu preciso, a prata não vai comprar
O que eu preciso, o mundo não pode dar
O que eu preciso, é habitar contigo, ó Deus!
(Vaidade - Heloisa Rosa)


O Dicionario diz que a vaidade é:
1. Qualidade do que é vão, inútil, sem solidez nem duração.
2. Fatuidade; ostentação.
3. Vanglória.
4. Futilidade.
Onde você está hoje ? O que você quer ser ? Você é o que queria ser ?
Perguntas que todos nos fazemos, mas e se as respostas forem negativas ? e se você está no lugar errado ? se você está fazendo algo que não vai te levar a nada a não ser ganhos fúteis, vãos. E se você não é quem deveria ser? O que fazer agora ? A questão não é o que se foi, o que se fez, mas sim o que vai ser feito.
Buscamos tantas coisa que nem sabemos a razão de estarmos atrás disso, vamos porque os outros nos dizem para ir, nos dizem que é o melhor a ser feito, mas nós mesmos não sabemos o porque de buscarmos isso. Fortalecemos a nossa vontade pra que tudo aconteça do jeito que queremos, não da forma que Deus quer. Corremos, persistimos até chegar ao fim. Estudamos fazemos as faculdades, os técnicos, os cursos, congressos, viajamos e aprendemos mais sobre aquilo, trabalhamos, não temos tempo pra mais nada, Pra Deus e nem para as pessoas que amamos, descobrindo la no final que corremos atrás do vento, descobrimos que gastamos a vida em algo que não nos levou a nada, que gastamos o nosso pequeno fôlego no nada, olhamos para o lado e vemos nossos filhos seguindo nossos passos para o vento. Eu não sei quanto a você, mais eu não quero correr atrás do vento. Não estou dizendo para não estudar ou algo assim, não, estou dizendo para você abrir seus olhos e ver qual vai ser o legado que você vai deixar. Acorde se você é jovem, mais se é velho ainda há tempo.
O que eu preciso, os homens não podem dar
“O que eu preciso, a prata não vai comprar
O que eu preciso, o mundo não pode dar
O que eu preciso, é habitar contigo, ó Deus!”
Eu descobri isso da melhor forma, jovem, com a vida ainda pela frente, eu vou viver para Deus, porque o que eu preciso os homens não podem dar , a prata não vai comprar, o mundo não pode dar, o que eu preciso é Habitar com Deus.
Uma coisa pedi ao SENHOR, e a buscarei: que possa morar na casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do SENHOR, e inquirir no seu templo. Salmos 27:4

terça-feira, 20 de abril de 2010

Qual será o seu legado?

Jonathan Edwards nasceu em 1703 em Windsor Connecticut. Ele era o único filho homem entre dez filhas, seu pai, Timothy Edwards era pastor, e sua mãe, Esther Stoddard era filha de Solomon Stoddard, um famoso reverendo da época.
Solomon Stoddard, avô de Edwards, era um Puritano em todo significado da palavra, foi o líder espiritual da cidade de Northampton, Massachusetts por 57 anos. Dois anos antes de sua morte, seu neto Jonathan Edwards subiu de pastor assistente para pastor.

Jonathan Edwards aprendeu muito com o avô principalmente a importância de trabalhar duro e estudar bastante. Ainda bem novo, Edwards aprendeu a escrever. O pai dele lhe ensinou o latim e outros idiomas como grego e hebraico. Aos seis anos de idade ele já conseguia conjugar os verbos em latim. O domínio destes idiomas lhe ajudaria depois a ser um perito em estudos da Bíblia Sagrada e um mensageiro poderoso da Palavra de Deus. Aos 13 anos de idade, Jonathan Edwards entrou na Faculdade de Yale, e lá estudou teologia. E como aquele garoto amava estudar. Ele freqüentemente passava 14 horas por dia estudando sobre a Palavra de Deus.

Em 1720, Edwards se formou em Yale, como o primeiro de sua classe. E começou cedo na carreira pastoral. Edwards lutou para resgatar o significado de verdadeira revivificação cristã. Sua geração foi a segunda geração dos Puritanos. A primeira geração tinha trabalhado duro e sido muito diligente para semear a semente do evangelho e fazer da América um lugar no alto da Colina, onde fossem resgatadas muitas vidas para o Senhor. Mas agora, a segunda geração tinha perdido muito seu desejo espiritual. Eles tinham perdido a vontade e o zelo necessários para continuar a expansão do reino de Deus. Assim Edwards começou uma de suas séries de sermões, com muita oração para acordar a congregação sonolenta que tinha se envolvido demais com seus próprios negócios e suas próprias vidas, deixando em segundo lugar a vontade de Deus, se preocupando mais com sua vida cotidiana do que com Cristo e seu reino. Em 1731, Edwards pregou a mensagem: "Deus se glorificou na dependência do homem.'' Nisto, ele atacou o liberal argumento, que pecado somente era uma condição de ignorância. Ele acreditava que o pecado humano era uma inimizade inerente contra Deus e que a salvação significava uma mudança de coração. Esta mensagem desafiou os cristãos a procurarem em seus corações seus mais íntimos pecados e se arrepender de cada um deles. Sem dúvida Edwards foi um grande homem de Deus que muito colaborou, direta e indiretamente, para o reavivamento bíblico, e para que hoje eu e você possamos conhecer a Palavras de Deus e seu significado.

Contudo, em nenhuma área Edwards foi mais bem sucedido do que em seu papel como pai. Edwards e sua esposa Sarah tiveram onze filhos. Apesar de um horário de trabalho rigoroso que incluía acordar às 4:30 da manhã ler e escrever em sua biblioteca, viagens extensas, e reuniões administrativas infinitas, ele fazia questão de dedicar muito de seu tempo aos seus filhos.
Apesar de sua vida agitada, Edwards se comprometeu a passar pelo menos uma hora por dia com eles, principalmente lhes ensinando princípios cristãos. E se ele perdesse um dia porque estava viajando, acumularia essas horas e as passaria com os filhos quando voltasse. Sem dúvida Edwards deixou um importante legado aos seus filhos, assim como seu avô havia deixado para seu pai, e seu pai deixará para ele.

O dicionário Aurélio nos diz que legado é um valor previamente determinado, ou objetos previamente individuados, que alguém deixa a outrem. E o principal legado que Edwards deixou a seus filhos foram seus princípios cristãos. Recentemente, o estudante Benjamim B. Warfield de Princeton encontrou, depois de muitas pesquisas, 1.394 descendentes conhecidos de Edwards. E nessa pesquisa podemos constatar o maravilhoso legado que Edwards deixou aos seus descendentes através de sua vida cristã. Dos 1.394 descendentes de Edwards:
3 se tornaram presidentes de universidades,
3 senadores dos Estados Unidos
30 juízes
100 advogados
60 médicos
65 professores de universidades
75 oficiais de exército e marinha
100 pregadores e missionários
 60 escritores de destaque
 1 vice-presidente dos Estados Unidos
 80 altos funcionários públicos,
 250 formados em universidades, entre eles governadores de Estados e diplomatas enviados a outros países.
Os descendentes de Jonathan Edwards não custaram ao Estado um dólar.

Por outro lado, Benjamim B. Warfield também pesquisou a vida de Max Jukes, um famoso ateu, contemporâneo a Edwards, o qual freqüentemente atacava os discursos, a ideologia e as pregações de Edwards. Max Jukes, o ateu, viveu uma vida ímpia, casou-se com uma jovem ímpia, e também deixou um legado para seus descendentes, da descendência dessa união entre Jukes e sua esposa, pesquisada por Benjamim, constatou-se que de todos seus descendentes encontrados:
310 morreram como indigentes.
150 foram criminosos, sendo 78 assassinos
100 eram alcoólatras
Mais da metade das mulheres, prostitutas
Os 540 descendentes de Jukes custaram ao Estado 1.250.000 dólares.

A história de Jonathan Edwards é um exemplo do que alguns sociólogos chamam a "regra das cinco gerações." Como um pai cria seus filhos e o amor que eles dão, os valores que ensinam, o ambiente emocional que oferecem, a educação que provêem, não só influencia seus filhos, mas as quatro gerações seguintes. Em outras palavras, o que os pais fazem pelos seus filhos permanecerá pelas próximas cinco gerações. O exemplo de Jonathan Edwards nos mostra a importância de deixarmos esse legado cristão aos nossos filhos. Mas a teoria das cinco gerações trabalha de ambos os modos. Se não nos esforçarmos para sermos bons pais e transmitirmos princípios cristãos, nossa negligência pode infestar gerações. Considere o caso de Max Jukes. Max Jukes teve problemas com a bebida, que o impediu de manter um trabalho fixo. Também o impediu de demonstrar muita preocupação pela esposa e os filhos.

Claro que isto não significa que as pessoas simplesmente são um produto direto de seus pais, ou que seu futuro está determinado pela sua descendência. Houve muitos que descenderam de homens como Jukes e superaram grandes obstáculos para ter sucesso. Outros só vieram de casas amorosas como Edwards e causaram grandes problemas. Mas estas são as exceções, não a regra.

As histórias de Jonathan Edwards e Max Jukes oferecem lições poderosas sobre o legado que nós deixaremos como pais. Daqui a cinco gerações é bem provável que as nossas realizações profissionais serão esquecidas. Na realidade, nossos descendentes podem pouco saber sobre nós ou nossas vidas. Mas o modo como somos pais hoje e princípios que transmitimos afetarão diretamente não só nossos filhos, mas também nossos netos, bisnetos e as gerações que se seguem.

Como dizia Edwards: Deus fez todas as coisas com um propósito, e Deus também tem um propósito para todos nós, Nenhum homem vive em vão,todos nós deixaremos um legado. Qual será o seu?


"Bem-aventurado o homem que teme ao Senhor, que em seus mandamentos tem grande prazer... Sua descendência será poderosa na terra; a geração  dos justos será abençoada." (Salmos 112.1-2)

Ministério SPA - Meu Amado